Aos Pombos ou À Síndrome dos Gatos

Estreia: Dia 5 de setembro
Temporada: Até dia 31 de outubro
Horários: Quartas-feiras, às 21h
Valores: R$ 60,00 (inteira)
Classificação etária: 12 anos
Duração: 75 minutos

 

 

Inspirada no teatro do absurdo,

Aos Pombos ou À Síndrome dos Gatos

fala de corrupção com humor e poesia


Com interpretação, dramaturgia e direção de Oscar Calixto, que comemora 20 anos de carreira,
espetáculo estreia dia 5 de setembro no Teatro Shopping Frei Caneca

Após temporada bem-sucedida no Rio de Janeiro e integrar a programaçãodo Festival Midrash de Teatro, em julho,Aos Pombos ou À Síndrome dos Gatos chega agora em São Paulo. A estreia será no dia 5 de setembro, quarta, às 21 horas, no Teatro Shopping Frei Caneca. A temporada segue até o dia 31 de outubro, com sessões às quartas-feiras, 21 horas.
 
Com dramaturgia e direção do alagoano radicado no Rio de Janeiro, Oscar Calixto, que completa duas décadas de carreira com 20 atuações no cinema, 12 direções teatrais, dez delas de textos autorais, e quatro livros publicados,o espetáculo discute, de maneira metafórica, a corrupção no cenário social, político e econômico brasileiro. Às vésperas das próximas eleições, ele aborda sentimentos universais, como medo, desilusão e amor, para tratar de idealismo em tempos difíceis, cheios de corrupção.
 
A atriz e bailarina Adriana Bandeira completa o elenco. A direção de movimento de Leandro Lobo busca a valorização da plasticidade do corpo em cena. O figurino de Eliane Viana é atemporal para não sugerir nenhuma época. A cenografia de Gigi Barreto coloca árvores e galhos suspensos no palco para dar clima poético à peça, que conta com desenho de luz de Rodrigo Belay.
 

Sinopse

A peça trata dos encontros diários dos amigos Gardênia e Genésio, em praça pública. Eles acreditam que são pombos, não seres humanos, e estão aflitos porque uma síndrome transforma sua espécie em enormes e cruéis gatos. Por isso, anseiam desesperadamente pela cura para a praga, que faz dos pombos, símbolos da paz, enormes ameaças à vida no planeta.
 
A dupla confiou e escolheu o pombo Roberto Alves para representá-la na sede de uma fazenda. Mas quando o eleito chegou lá, virou o inimigo, um gato. “As personagens avaliam o ser humano, o amor, os ideais e as transformações que todos nós sofremos, dia após dia, inseridas numa sociedade idêntica àquela em que eles acreditam estar. Qualquer semelhança com o que vivemos na política não é mera coincidência. A peça é uma voz de reflexão sobre o ser humano para pensar o presente na tentativa de mudar o futuro”, diz o autor, diretor e ator Oscar Calixto.
 

Proposta de encenação

A peça procura não deixar claro para o espectador se os personagens são loucos, aves ou se tudo não passa de uma metáfora. “Usamos recursos do teatro do absurdo para fazer uma reflexão sobre o momento que o país atravessa de uma forma mais poética e divertida. A peça tem humor, drama, tragédia e poesia”, explica a atriz Adriana Bandeira.
 

Sobre a peça

Com mote no combate à corrupção humana, o espetáculo Aos Pombos ou À Síndrome dos Gatosé uma adaptação de um conto homônimo inédito escrito por Calixto há oito anos.
 
A estreia nacional foi no Rio de Janeiro, onde cumpriu temporada bem-sucedida de público e crítica de um mês no Teatro Municipal Café Pequeno, em maio último. O espetáculo participou também como convidado da 4ª edição do Festival Midrash de Teatro, evento idealizado por Nilton Bonder, e foi encenado no Sesc Teresópolis, em julho de 2015.
 

Sobre Oscar Calixto – direção, dramaturgia e elenco

Aos 38 anos, tem trabalhos no cinema, teatro, literatura e televisão. Na telinha, seus personagens mais recentes foram Zev, na série Milagres de Jesus, em 2014, na TV Record; o vilão Carlos Barbosa na novela Rock Story, na Rede Globo, no ano passado; e o bicheiro Wagner, na série policial A Divisão, com Marcos Palmeira e Vanessa Gerbelli, no canal Multishow, em 2017. A produção é fruto do longa-metragem homônimo dirigido por Vicente Amorim, que foi dividido em episódios para ser exibido na televisão, com cenas inéditas.
 
No cinema, Oscar Calixto atuou em 20 produções, entre elas o filme argentino Proyecto 150, do diretor Frandu Almeida, e em Poliamore, produção do México, Brasil e Argentina, do Rodrigo Rueda. Sua atuação mais recente foi este ano no longa-metragem Pra Onde Levam as Ondas, do cineasta Dan Albuk, que está em pós-produção e tem estreia prevista para o começo de 2019.  
 
Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), ele atuou em diversos espetáculos, dentre eles: Ophelia by Hamlet, com direção de Celina Sodré (2006); A Dois Passos da Ilusão, baseada no romance de Horace McCoy, sob direção de Tonico Pereira e Marina Salomon; e Ralé, de Máximo Górki, dirigida por Adriano Garib (2005).
 
Ator, diretor e dramaturgo tem quatro livros publicados: O Corpo Marcado de Giz(Romance publicado pela editora Baraúna, 2013); Sobre Homens e Abismos (Coletânea de Contos publicado pela editora Baraúna, 2008); Casos de Família (Coletânea de Contos - Publicação Independente GEP, 2003); e Pétalas (Poemas - Publicação Independente GEP, 2001).
 

Sobre Adriana Bandeira – elenco

Atriz formada pela Cal (Casa das Artes de Laranjeiras) esteve em peças de autores renomados, como Nelson Rodrigues, Domingos de Oliveira, Ibsen e Peter Weiss, sob a direção de Inês Vianna, Adriano Garib, Ivone Hoffman, Oswaldo Montenegro e David Herman. Em 2009, participou do Festival de Teatro de Curitiba com Perdoa-me por me Traíres, dirigido por Cláudio Handrey. Em 2013 atuou e fez assistência de direção na peça Neuróticos, escrita e dirigida por Oscar Calixto. Participou como bailarina, coreógrafa e atriz dos espetáculos Piazzola Tango e Paixão, sob a direção de Paulo Afonso de Lima; e A História do Soldado, de Igor Stravinsky, com direção de Luiz Duarte. Atualmente integra o corpo coreográfico da novela Jesus, da Record. Na Globo, fez parte do corpo de baile do  Zorra Total e da minissérie Maysa. Foi responsável também pela preparação corporal de Nathalia Dill para composição da personagem de uma bailarina na novela Rock Story.
 

Ficha técnica

Texto e Direção: Oscar Calixto. Elenco: Adriana Bandeira e Oscar Calixto.Produção Executiva: B&C Produções Artísticas.Direção de Produção: Isabelle Graniso. Direção de Movimento: Leandro Lobo. Cenários:Gigi Barreto.Figurinos: Eliane Viana. Fotografia: Brina Ribeiro. Design de Som: Leandro Lobo. Design de Luz: Rodrigo Belay. Assessoria de Imprensa: ArtePlural. Assessoria Jurídica: Sesan Contabilidade. Design Gráfico: Pólem Comunicação. Realização: B&C Produções Artísticas.

A Meia Entrada vale para:
Estudantes, Pessoa com deficiência e um acompanhante, Idosos (pessoas com mais de 60 anos), Jovens pertencentes a famílias de baixa renda, com idades de 15 a 29 anos, Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais, Professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino.